Atividade física regular reduz riscos de câncer de mama

Atividade física reduz câncer de mama
Mais um motivo para você não deixar de fazer atividade física ou começar a praticar, caso ainda não tenha aderido uma rotina ativa ao seu estilo de vida. Além de ajudar a emagrecer rápido e manter a forma, estudos confirmaram que a atividade física, seja ela leve ou intensa, em qualquer fase da vida – antes ou após a menopausa, podem reduzir o risco de câncer de mama.

Isso significa que manter a silhueta em forma, não é só uma questão de vaidade – Anualmente, cerca de 22% dos casos da doença no mundo,  ocorrem no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Esse número é equivalente a 10 mil novos casos de  câncer de mama por ano. A doença é mais comum em mulheres e devido ao diagnóstico tardio, a taxa de mortalidade é alta.

Quando o diagnóstico é feito cedo, os riscos de mortalidade devido à doença cai significativamente. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%. Mas melhor do que detectar a doença cedo é preveni-la antes que ela apareça. Segundo um estudo publicado na Sociedade Americana de Câncer, os riscos da doença reduzem em pessoas que se exercitam regularmente.


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Qual a intensidade dos exercícios?

Mas a pergunta que não quer calar é: Quantas vezes, por quanto tempo e qual a intensidade da atividade física para que possamos usufruir dos seus benefícios anti-câncer? Segundo a pesquisadora Lauren McCullough, da Universidade da Carolina do Norte, qualquer atividade física leve, moderada ou intensa, como pular corda, caminhada ou corrida pode trazer os benefícios.

Porém existe um detalhe – a pesquisadora também descobriu que infelizmente todos esses benefícios desaparecem quando as mulheres, mesmo continuando ativas, ganham muito peso, especialmente após a menopausa. Com esses dados, percebemos, que não adianta apenas praticar atividade física, é preciso também ficar de bem com a balança para prevenir o tumor.

Como foi feito o estudo?

O estudo, que fez parte de um projeto para se descobrir as possíveis causas ambientais do câncer de mama, incluiu 1.504 mulheres com câncer de mama (233 não invasivas e 1.271 invasivas) e 1.555 mulheres sem câncer de mama. Todas as mulheres incluídas no estudo tinham entre 20 e 98 anos de idade.

As mulheres em fase reprodutiva ou pós-menopausa que se exercitavam cerca de 10 a 19 horas por semana, tiveram um risco reduzido de aproximadamente 30% de desenvolver câncer de mama, especialmente a do receptor hormonal positivo (ER ou PR positivo), que é o tipo mais comum de tumor diagnosticado entre as mulheres. A redução dos riscos foi observada em todos os níveis de intensidade.

Com certeza esse estudo pode encorajar mulheres em qualquer fase da vida, seja reprodutiva e pós menopausa, a se exercitarem mais, pois os benefícios estão além da estética. O câncer de mama é uma doença séria, que atinge cerca de 1 milhão de mulheres no mundo e tira a vida de mais de 50 mil delas.

Só no Brasil, 30 mulheres morrem por dia por causa desse tumor, por isso, diga não ao sedentarismo e passe a ter uma vida mais ativa, sem esquecer também de manter uma alimentação adequada. Seu corpo vai lhe agradecer muito no futuro.

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